Sondagens ou manipulação?
As sondagens, enquanto meios de informação, ajudam a compreender o clima político e as preocupações do eleitorado.
Já as sondagens com efeito de orientação podem, por vezes, ir contra a tendência ou convicção política das pessoas: muitos eleitores tendem a apoiar quem parece estar a ganhar, seja pelo chamado efeito de arrastamento, seja para não se sentirem parte da fração derrotada após os resultados. Existem ainda sondagens intencionalmente manipuladas, com o objetivo claro de influenciar o eleitorado. Nestes casos, os dados são apresentados de forma sensacionalista, recorrendo a expressões como “disparo” ou “queda livre”, mais para provocar emoções do que para informar. Se as pessoas e os meios de comunicação social combatessem o sistema que legalizou o roubo e institucionalizou a corrupção com a mesma narrativa, intensidade e agressividade com que combatem o candidato à Presidência da República que se apresenta contra esse sistema, dificilmente ele teria surgido nem talvez teríamos chegado ao estado de degradação a que Portugal chegou após 52 anos da frágil democracia/socialismo. As sondagens alimentam o medo e promovem a abstenção. Aos corajosos, porém, apenas dão mais força. O medo está do lado do adversário, já lhe fizemos um seguro. A coragem vive cada vez mais nos portugueses, prontos para enfrentar tempestades, sejam elas naturais, políticas ou manipuladas por um sistema que tenta, a todo o custo, sobreviver como até aqui, muitas vezes à custa da miséria e das agruras deste humilde povo. Mas chega o dia em que isso cansa. E agora imaginem: e se 2.700.000 portugueses corajosos fizessem nascer a esperança numa nova revolução, de forma democrática? Afinal, podemos fazer aquilo que ainda não foi feito e, fazendo jus ao slogan do 25 de Abril, “O povo é quem mais ordena”, podemos MUDAR Portugal.
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