quarta-feira, 8 de junho de 2022

Em duas décadas a natalidade na Região Autónoma da Madeira caiu 40%.  Será que o grande erro da década de 70 o controle da natalidade veio condicionar e com isso sacrificar o futuro duma região que por si só sempre teve enorme dificuldade em fixar a sua população nas suas origens? Outrora foram as consequências de guerras, falta de condições para progredir económica e financeiramente, depois quando parecia que a democracia faria estabilizar, veio uma política de controle da natalidade importada de país com um crescimento muito aquém do nosso e que talvez erradamente se copiou esse modelo. Hoje a falta de meios e a continua decadência da população envelhecida, continuamos com a falta de condições, de meios e de incentivos em que possamos fazer fixar as populações nas suas origens. Formamos quadros médios e superiores que depois dificilmente encontram colocação na região, nas suas áreas de formação, e com um vencimento muito aquém do seu valor, da sua especialidade e do seu espaço de ação. É hora de criar um projeto e um plano de: formar novos quadros dentro das necessidade e da especificidade da nossa região. Dar incentivo aos nossos jovens para que com um vencimento justo, dignificando o seu trabalho e apoiando investimentos que possam criar empregos dignos, seria com redução de impostos, incentivo à natalidade, apoios às famílias com um complemento de natalidade aos casais, para que não tenhamos de importar mão de obra preservando as nossas tradições numa das nossas maiores industrias que é o turismo, porque essa,  a cultura os nossos hábitos e costumes, serão sempre um dos seus suportes e daí ter de ser os nossos cidadãos com os nossos modos, hábitos e costumes a manter viva a nossa identidade como povo. O CHEGA acha que é urgente a criação dum projeto imediato para motivar o crescimento da população. Da mesma forma que «erradamente» copiou-se o plano de controle da natalidade de outros países, poderíamos e deveríamos copiar planos de incentivo à natalidade e apoios aos casais jovens e nisso temos na Europa um bom exemplo; Na Hungria criou-se um vasto plano de incentivo à natalidade que está a dar bons resultados. 

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